O suspense

O suspense dos meus pés laçados com os teus, transmitindo a serenidade que me apavoras. Ali, naquele lugar selvagem, com os arbustos esquivos, melindrados de amor e com as folhas de ódio caindo no chão.
Na calada da noite me entrego, cedo e adormeço sob a luz cristalina do satélite – não a lua – ainda desconhecido.
O submundo das tristezas, lamentações, horrores e desgostos, provados incessantemente nas categorias emotivas mais diversas. Loucura? Talvez.
Eis aqui alguém louco, insano, mas ao mesmo tempo tão são.
Esquivo-me. Eis apenas um blecaute falho. Falho e estranhamente silencioso.

love you baby
saudades* mil