dor e adeus

Todavia eram apenas espinhos. Cortantes, frustrantes – cruéis.
Era aquela tempestade solene, livre de relâmpagos, porém repleta de trovoadas odiadas.
O lixo do amor ; incrivelmente esfaqueado pela dor.
Creio na minha chuva e em meus relâmpagos, com meus devaneios insonsos cobertos de esperança.
O adeus doído de coração moído e a faca ainda suja de pingos de esperança; por que não me relevas?
Lá estava eu novamente sob a nebulosidade de minha fraqueza, atrasando-me ao pensar no quanto massacradas foram minhas nuvens – tão cinzentas e bravas!
Ainda sobre a faca, porque me fatias para apenas dizer adeus?
Cris M.

Essa foi a coisa mais maravilhosa, e, doída que eu li hoje o dia inteiro. E eu já li muita coisa por esses lados da net. Parabéns! Achei teu blog por um acaso, mas é certo que voltarei a volitar pelas tuas linhas. Escreves mui bem o sentimento.
Abraço do Leonel, de todos os lados.